
A equipe é liderada pelo professor da Universidade de Toronto (Canadá), Robert Reisz que, ao analisar com um scanner uma mandíbula bem-preservada de um fóssil encontrado no Texas, encontrou uma infecção considerável provocada pela perda de vários dentes e destruição da arcada dentária por abscessos.
Com dentes fixos que não cresciam de novo depois da perda de um deles, o animal consumia mais propriamente plantas fibrosas e caules, além de insetos voadores e rastejantes.
Mas essa estrutura também se mostrou um “calcanhar de Aquiles” do réptil por torná-lo vulnerável a um mesmo tipo de bactéria dentária, também encontrada na boca humana.